Reprodução do cartão de crédito Epidemia Corinthiana |
A edição comemorativa terá apenas 10 mil unidades e permitirá aos torcedores do time isenção da anuidade no primeiro ano e bonificação em pontos após o pagamento da primeira fatura. Além dos benefícios, a estratégia quer marcar a conquista do Mundial, após a vitória contra o Chelsea na final disputa no domingo (16).
A Caixa diz buscar, mais do que retorno financeiro, associar sua marca à paixão dos torcedores pelo time.
O nome usado no cartão, Epidemia Corinthiana, foi lançado pelo clube em uma
campanha antes com campeonato Mundial.
R$ 30 MILHÕES
O contrato da Caixa com o Corinthians é o maior patrocínio da história do futebol brasileiro. Por R$ 30 milhões anuais, o banco terá seu logotipo estampado na altura do peito e nas costas da camisa do time paulista.
"Uma empresa do setor bancário não pode ficar fora do universo do futebol. A competitividade entre os bancos é muito alta", diz o diretor de marketing e comunicação da Caixa, Clauir Santos.
O retorno proporcionado em experiências anteriores --a Caixa patrocinou na atual temporada Atlético-PR, Avaí e Figueirense-- contribuiu para ampliar a imagem do banco, segundo o executivo. "A marca tem que ficar na cabeça do consumidor. Sem um encantamento, o cliente escolhe um concorrente."
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